
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Filho Prodigo
E ontem começamos nosso estudo lendo uma passagem da bíblia,la em Lucas 15,aonde fala que Jesus estava no meio dos publicanos e pecadores,e a igreja da época que eram os fariseus e escribas estavam incrédulos por Ele ,sendo Filho de Deus, estar no meio dos pecadores.Então Jesus em sua sabedoria,lhes propôs umas parábola.A da ovelha perdida,a da Dracma perdida e a do Filho pródigo.
pródigo teve.Temos medo dEle,medo de voltamos para a casa e não encontrar os seus braços,temos a visão de um Pai castigador.Uma visão erônea,onde colocamos Deus como um velho chato,sentado numa nuvem pronto a lança um raio no meio da cabeça quando faço algo de errado.Um velhinho rabugento,com um martelinho na mão pronto pra me matar pro inferno.#MENTIRATaynara M.
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
Avatar o Reino
Fui ver Avatar no último sábado. Foi um dos melhores filmes que assisti em 2009. Vale a pena ser visto em 3D.
Apesar de ser um blockbuster com todos os clichês hollywoodianos (o que esperar do diretor de Exteminador do Futuro, Alien e Titanic, dentre outros?) Avatar tem imagens belíssimas do fictício planeta Pandora e traz uma crítica contundente sobre o colonialismo e imperialismo cruéis que têm sido praticados por império após império na história da humanidade. Naturalmente, o que logo nos vem a mente ao ver o filme, é o imperialismo norte-americano recente da era Bush, que levou a nação americana à guerra não tanto para defender-se do terrorismo como Bush alegava, mas para defender seus interesses de exploração de certos recursos naturais em outra nação, como ficou evidente.
Uma cena do filme, após a destruição de uma árvore que parecia ser indestrutível e era simbólica para a população dos Na’vi, lembra o cenário de Nova Iorque coberta de pó e cinzas em 11 de setembro, quando as torres gêmeas que também pareciam indestrutíveis e eram símbolo do capitalismo ocidental ruiram. Seria uma forma de nos lembrar que o mal que não desejamos para nós, não devemos derramar sobre os outros?
Em sua mensagem principal, Avatar é A Missão* do século 21. O filme nos faz pensar seriamente sobre nossa relação com a natureza e com os outros seres humanos.
Ao ver Avatar e seu paradisíaco mundo de Pandora, onde havia uma conexão entre todos os seres vivos, gerando um respeito pelos animais, plantas e pela natureza viva, um profundo senso do sagrado e reverência pelo divino, fiquei imaginando como teria sido o Éden. De fato, Avatar me fez ansiar pelo novo céu e nova terra, quando tudo será restaurado, quando serão feitas novas todas as coisas.
Avatar é uma palavra sanscrita que significa encarnação. No fime Avatar, o ator princípal encarna o corpo sintético-biológico de um nativo Na’vi por meio de uma tecnologia super-ultra-avançada (ficção ciêntifica pura), aprende sua língua, seus costumes, torna-se um deles, com o objetivo de transmitir-lhes uma mensagem (que, infelizmente, não eram boas notícias). Este aspecto do filme tem um apelo especial para mim porque encarnação é um de meus conceitos teológicos e missiológicos favoritos. Os Evangelhos são a narrativa do Deus que se fez carne e habitou entre nós, falando nossa língua e vivendo nossos costumes para nos transmitir a mensagem de boas notícias de salvação (e não de coerção e destruição) de maneira inequívoca.
Como Igreja, nossa missão neste mundo, enquanto aguardamos o novo céu e nova terra, é encarnar o Evangelho de tal maneira que nossas vidas sejam um reflexo neste mundo (ainda que pálido em comparação) de como será a vida no próximo.
Precisamos avatar o Reino no poder do Espírito Santo.
“Venha o Teu Reino, seja feita a Tua Vontade, na terra como nos céus. Amém.”
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Por que ser cristão se a igreja está cheia de hipócritas?

Há também os exemplos de hoje, quando pregadores diáconos ou líderes da igreja são surpreendidos alcoolizados, em relações adúlteras ou outras atitudes não coniventes com o que dizem crer. Este tipo de comportamento tem levado muitos a dizer: “Se isto é cristianismo, então eu não quero nem uma parte dele sequer”.
Precisa-se admitir que houve hipocrisia na Igreja, e hoje não estamos livres de pessoas hipócritas. Um hipócrita é um ator que usa máscara. Ele diz uma coisa e faz outra.
Contudo, só porque na Igreja há hipócritas, não significa que todos os cristãos sejam hipócritas. Para cada exemplo de hipocrisia que pode ser apontado na Igreja, um outro exemplo pode ser apontado mostrando pessoas que estão vivendo de maneira compatível com os ensinamentos de Jesus Cristo.
É importante não confundir hipocrisia com pecado. Todos os cristãos são pecadores, mas nem todos os cristãos são hipócritas. Há uma falsa idéia de que o cristão é uma pessoa que não peca, mas a verdade é que para alguém chamar-se de cristão precisa admitir que é um pecador (1 João 1.5 a 2.2)
Todos os crentes, incluindo os clérigos, são seres humanos falíveis que estão propensos a todo tipo de pecado. Justamente porque uma pessoa não é perfeita não significa que ela seja falsa. A diferença entre os dois é importante. As falhas dos crentes não invalidam a verdade.
Jesus Cristo teve palavras muito ásperas para as pessoas que estavam praticando o pecado da hipocrisia, especialmente os líderes religiosos de seu tempo. Ele os denunciava com termos precisos.
“Ai de vós, escribas e fariseus hipócritas! Porque rodeais o mar e a terra para fazer um prosélito; e uma vez feito o tornais filho do inferno duas vezes mais do que vós” (Mateus 23.15; ARA)
As pessoas podem entrar e entram no ministério por razões impróprias, ou elas podem transigir as convicções de fé. Quando agem assim estão erradas e a Bíblia denuncia isso claramente.
A cristandade não se apóia no que os cristãos fizeram através da história ou estão fazendo hoje. A cristandade se apóia na pessoa de Jesus, e Jesus não foi um hipócrita. Ele viveu em consonância com o que ensinava, e no fim de sua vida desafiou todos os que estiveram com Ele, dia e noite, por mais de três anos, a apontarem qualquer hipocrisia.
Seus discípulos ficaram calados, porque não havia nenhuma. Visto que a cristandade depende de Jesus, é errado tentar invalidar a fé cristã apontando as coisas horríveis feitas em nome do cristianismo.
Os incrédulos não podem ser desculpados de não crerem só porque é possível apontar para aqueles que simplesmente pretendem ser o que não são. Os cristãos hipócritas não podem ser desculpados baseados na falta de perfeição por causa dos efeitos terríveis que a hipocrisia traz.
Vejamos uma ilustração para esta questão. Por exemplo, o presidente de uma grande industria automobilística está sempre anunciando e falando a seus amigos que a sua indústria fabrica o melhor carro do país e é o único que deveríamos dirigir.
As revistas automotivas e os consumidores atenderam aos seus apelos. Mas, ele mesmo dirige o último modelo do concorrente (Talvez goste mais daquela cor)
Você diz, que hipócrita! Se ele acreditava no que dizia sobre o seu carro, ele devia estar dirigindo um. Isto provavelmente é verdade. Todavia ele sendo um hipócrita não invalida o fato de que seu carro não seja o melhor do país.
O mesmo é verdade sobre o cristianismo. As pessoas podem proclamar sua verdade, memo tendo vidas incompatíveis com suas declarações, mas isto não significa necessariamente que o cristianismo não seja verdadeiro."
Sandro Baggio
Sandro Baggio escreveu um lance muito interessante
A música foi criada por Deus e já existia mesmo antes de haver o homem. No livro de Jó, o mais antigo das Escrituras, lemos que quando Deus lançava os fundamentos da terra, as estrelas da alva cantavam e todos os filhos de Deus rejubilavam (Jó 38.1,7). Se compararmos esta passagem com Isaías 14.12 onde Lúcifer é chamado de estrela da manhã e filho da alva, podemos entender que, mesmo antes da criação do universo, havia no céu uma hoste angelical separada para cantar louvores ao Eterno Deus, da qual Lúcifer parece ter sido o regente (Ez 28.12-15). Então porque caspita achamos que Lúcifer pode criar alguma coisa?
O homem como criatura de Deus, recebeu a música como um dom divino. Mesmo os povos mais primitivos são dotados de musicalidade. Não existe nem um povo que não tenha sua própria música, assim como não existe ninguém que não aprecie algum tipo de música. Vivemos em um universo musical onde, desde que nascemos, somos envolvidos pela música e aprendemos a apreciá-la.

